TENHA ACESSO GRATUITO À REVISTA DEDICADA AOS DIREITOS HUMANOS

Neste tempo crítico é essencial que tenha acesso a boa informação.

Descarregue a revista AGIR e fique a par do que se passa em Portugal e no mundo e do que pode fazer para tornar o mundo um lugar mais justo e mais livre.

Acreditamos que em momentos de crise é ainda mais importante olharmos para os outros e percebermos como podemos construir um mundo melhor.
Este mês vamos dar-lhe acesso gratuito à revista dedicada ao estado dos direitos humanos em Portugal e no mundo.

Neste número pode ler sobre:
– Os 60 anos da Amnistia Internacional – celebrar a liberdade.
– Os direitos civis, políticos, económicos e sociais: onde estamos e onde deveríamos estar?
– O impacto da pandemia da COVID-19 sobre as pessoas com deficiência.
– A conferência para pensar a Arte e os Direitos Humanos, que vai acontecer, em maio, na Gulbenkian.
– O projeto do fotógrafo João Pina – Por teu livre pensamento – centrado num grupo de pessoas que foram presas, torturadas e condenadas a longas penas de prisão durante a ditadura, em Portugal.
– O trabalho de apoio aos Defensores de Direitos Humanos desenvolvido pela Fundação Martin Ennals. Também alguns testemunhos de DDH da Turquia e do Sudão.

A revista vai também mostrar-lhe como é fácil AGIR e ajudar os outros sem sair de sua casa.

A AGIR é a revista exclusiva enviada de forma periódica para todas as pessoas que apoiam o trabalho da Amnistia Internacional.

Na Amnistia Internacional somos mais de dez milhões de pessoas que acreditam que a mudança é possível.

E acreditamos porque a vemos acontecer. Leis injustas são alteradas, pessoas são libertadas ou salvas da condenação à morte e a justiça é, muitas vezes, reposta.

Para isso, vamos onde mais ninguém vai investigar violações de direitos humanos, denunciamos e atuamos em todo o mundo, a uma só voz, para tornar o mundo melhor.

Este trabalho é feito graças ao donativo de pessoas individuais, que acreditam que todos temos um papel para conseguirmos a mudança que queremos ver no mundo.

Não dependemos de governos ou empresas, só dependemos de si.